Vejo e revejo todas as palavras mencionadas e olhares perdidos.
Mais do que nunca vejo demasiado, oiço cada vez menos, procuro cada vez mais, encontro e sigo...
Quando encontrar o que procuro posso colar de volta? Ou é como a sombra do Peter Pan que anda perdida e a vaguear por onde bem deseja?Lamento dizer isto, mas és o meu único lembrete da coisa que mais quero esquecer...
Pergunto-me interiormente "-Valeu o esforço?".
Agonia-me a resposta "- Nunca!".
"- Daqui não levas nada, só tu própria!", wise words.
Eles fazem nos dizer e fazer coisas que não queremos, mas a recompensa é tão oca.
Quando a tentativa de te afirmares é superior ao senso comum, existe uma tendência de contrariar o que foi anteriormente ensinado e quando te encontras...
- Ai quando te encontras!
Perdida no meio do nada, procuro o tudo, mas... E se o tudo for nada e o nada for tudo?
"Shame on you!"
Head and Heart
Other Place • Other World • I can fly • So I can be
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Silenciando o nada
Entre a loucura e a realidade pouco há para questionar, ou tudo?!
Porque quando te encontras numa realidade distorcida, não sabes exactamente em que parte começas te a sonhar.
Em momentos como este, nem a famosa "trade mark" te alivia.
Perdidos em caminhos alternativos, onde tudo o que é feito é perseguir uma falsa e pequena esperança, que no final do túnel aquela merda não seja um comboio.
Chegando à meta tudo o que aspiras é o desconhecido, porque sim esse faz-te continuar. Thank god is over, or not!
Porque quando te encontras numa realidade distorcida, não sabes exactamente em que parte começas te a sonhar.
Em momentos como este, nem a famosa "trade mark" te alivia.
Perdidos em caminhos alternativos, onde tudo o que é feito é perseguir uma falsa e pequena esperança, que no final do túnel aquela merda não seja um comboio.
Chegando à meta tudo o que aspiras é o desconhecido, porque sim esse faz-te continuar. Thank god is over, or not!
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Nem tanto amarelo, nem tudo negro
Tento alcançar o motivo inicial da discussão mas após Ás, Bês e Cês já me perdi.
Permuto entre o que quero ser e o que devo ser para satisfazer fatídicas esperanças num objetivo que já fora alcançado, mas que se mantém recessivo toda a vez que vier a ser acusado de negligência.
Pois entre o sonho e a realidade há algo por saber, algo por conhecer, algo a temer?!
Mas breves foram os pensamentos do idiota, que jamais usaria tamanha capacidade cinzenta para colocar o pés nos sapatos do próximo.
Diga-se de passagem meus amigos, seria incapaz de deixar de pensar naquele apêndice posicionado naquela pequena partícula.
Sabem o momento toda a velocidade do corpo é igual? No centro de massa de qualquer ser humano, se é que me entendem!
Aparentemente no corpo humano, esse cabrão deveria ser mais bem posicionado no que toca a estes assuntos, mas quiçá um dia se escolheu ali.
Não suporto palavras hipotéticas ou coisas mal acabadas, mas há coisas que mereciam ficar inacabadas - Ai se há!
Que justiça é atribuída a quando tudo acaba mas ninguém justifica onde ficou o inicio?
E quando a tempestade acalma resta apanhar os restos que ficam, se é que fica algo para trás, porque diga-se honestamente o que se apanha quando tudo virou pó?
Uma bela duma alergia diga-se de passagem, isso e um resfriado na cama! - e eu aqui a ser injusta a dizer que não se apanhava nada.
No dia que a ironia acabar eu direi tudo o que mereces saber mesmo quando não o mereces, not today!
Permuto entre o que quero ser e o que devo ser para satisfazer fatídicas esperanças num objetivo que já fora alcançado, mas que se mantém recessivo toda a vez que vier a ser acusado de negligência.
Pois entre o sonho e a realidade há algo por saber, algo por conhecer, algo a temer?!
Mas breves foram os pensamentos do idiota, que jamais usaria tamanha capacidade cinzenta para colocar o pés nos sapatos do próximo.
Diga-se de passagem meus amigos, seria incapaz de deixar de pensar naquele apêndice posicionado naquela pequena partícula.
Sabem o momento toda a velocidade do corpo é igual? No centro de massa de qualquer ser humano, se é que me entendem!
Aparentemente no corpo humano, esse cabrão deveria ser mais bem posicionado no que toca a estes assuntos, mas quiçá um dia se escolheu ali.
Não suporto palavras hipotéticas ou coisas mal acabadas, mas há coisas que mereciam ficar inacabadas - Ai se há!
Que justiça é atribuída a quando tudo acaba mas ninguém justifica onde ficou o inicio?
E quando a tempestade acalma resta apanhar os restos que ficam, se é que fica algo para trás, porque diga-se honestamente o que se apanha quando tudo virou pó?
Uma bela duma alergia diga-se de passagem, isso e um resfriado na cama! - e eu aqui a ser injusta a dizer que não se apanhava nada.
No dia que a ironia acabar eu direi tudo o que mereces saber mesmo quando não o mereces, not today!
terça-feira, 26 de julho de 2011
Ausência, Reflexão, Carisma
Monte tu, cheio de altos e baixos.
Maldito sejas seu sacana!
Quando subo e anseio por um patamar, atinjo um topo e uma descida.
Flores coloridas e cheias de vida encontro ao longo do meu caminho, árvores mortas e secas do incêndio que lá lavrou choram em espera de o grande verde. Anseio também como ser humano pelo grande verde.
Oh grande verde que cresces dentro de mim! Escuro e intenso, humano e caloroso, brilhante e vivo.
Alcancei, registei e finalmente pensei, nem tudo é negro ou branco.
Verde, verde, verde, traz o meu retorno que foi perdido, a minha acção inacabada o meu sentimento longínquo.
Maldito sejas seu sacana!
Quando subo e anseio por um patamar, atinjo um topo e uma descida.
Flores coloridas e cheias de vida encontro ao longo do meu caminho, árvores mortas e secas do incêndio que lá lavrou choram em espera de o grande verde. Anseio também como ser humano pelo grande verde.
Oh grande verde que cresces dentro de mim! Escuro e intenso, humano e caloroso, brilhante e vivo.
Alcancei, registei e finalmente pensei, nem tudo é negro ou branco.
Verde, verde, verde, traz o meu retorno que foi perdido, a minha acção inacabada o meu sentimento longínquo.
sábado, 20 de novembro de 2010
Carta que nunca te escreverei
Querido Ilusionista
Quero largar este ciclo vicioso que me rouba asas porque voltei a sentir, sabias? Não posso dizer porquê nem quando mas há algo nele que sinto falta em ti. Magia.
Só gostava de lhe conseguir dizer que já larguei-te de uma vez, porque caminho no sentido certo mas deixei a bagagem para trás. Tu!
Quero quebrar este ciclo vicioso, mas ele não termina.
Ele inunda-me de medos. Não consigo dizer-te, não consigo dizer-lhe! Porquê?
Procuro em ti o que procuro em mim e percebo porque não me dás o que eu quero, porque eu própria não te dou. Desculpa! Falta a magia.
Só queria que me observasses porque tu não observas, vês.
Quero poder dizer-te que lamento que isto esteja a acabar, porque de facto não lamento.
Mistério este que reside na batida descompassada que eu sinto, inunda-me, corre-me. Eu senti! Eu consegui sentir! Mas toda a sua magia tem a ilusão, não tenciono viver outra… e a batida abranda e o órgão vital volta a trabalhar: o cérebro. Deixei de sentir.
Ele acordar-me-á, eu sei! Por favor não me voltes tu a adormecer.
E o ciclo vicioso termina para dar entrada a um ciclo por começar. Desculpa, não consigo dizer-te porque fechei a casa.
Não consigo encarar-te e sei o que pensas.
Consigo compreender mas não consigo deixar de sentir.
Procuro magia! Não ilusionistas ou malabaristas.
Procuro o facto! Não quem as pratica.
A ilusão acabou.
Bem-vindo ao meu mundo !
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Estrada da Verdade
Não sei para onde caminho. Que terreno este que eu piso? Pedra, alcatrão, areia movediça? Continuo caminhando sem saber o final da estrada, ou sequer o início. Caminho... Algo me tocou... Não interessa apenas continuo, pisando, sentindo, vivendo. Não sei que procuro, o que encontro ou o que vivo... mas no final de tudo também não sei se quero saber por agora...
Um dia saberei se foi uma lição ensinada ou uma lição aprendida porque neste momento quero sentir intensamente, viver apaixonadamente e tocar como nunca antes toquei.
Nem sei, mas tudo sei. Sim, porque sei!
Quero-te!
Um dia saberei se foi uma lição ensinada ou uma lição aprendida porque neste momento quero sentir intensamente, viver apaixonadamente e tocar como nunca antes toquei.
Nem sei, mas tudo sei. Sim, porque sei!
Quero-te!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Desgraça
Há aqueles dias realmente maus, hoje foi simplesmente péssimo. Nem tenho palavras para descrever como as pessoas complicam o que é simples. Só quero que por vezes antes de agirem metam a consciência a funcionar e pensem acima de tudo, porque mesmo eu errando, eu tento fazer isso, mal não seja para corrigir o que fiz de errado.
Mas até num dia péssimo consigo estar contente.
Obrigada por existirem...
Mas até num dia péssimo consigo estar contente.
Obrigada por existirem...
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