terça-feira, 19 de agosto de 2014

Nem tanto amarelo, nem tudo negro

Tento alcançar o motivo inicial da discussão mas após Ás, Bês e Cês já me perdi.
Permuto entre o que quero ser e o que devo ser para satisfazer fatídicas esperanças num objetivo que já fora alcançado, mas que se mantém recessivo toda a vez que vier a ser acusado de negligência.
Pois entre o sonho e a realidade há algo por saber, algo por conhecer, algo a temer?! 

Mas breves foram os pensamentos do idiota, que jamais usaria tamanha capacidade cinzenta para colocar o pés nos sapatos do próximo.
Diga-se de passagem meus amigos, seria incapaz de deixar de pensar naquele apêndice posicionado naquela pequena partícula. 

Sabem o momento toda a velocidade do corpo é igual? No centro de massa de qualquer ser humano, se é que me entendem!
Aparentemente no corpo humano, esse cabrão deveria ser mais bem posicionado no que toca a estes assuntos, mas quiçá um dia se escolheu ali. 

Não suporto palavras hipotéticas ou coisas mal acabadas, mas há coisas que mereciam ficar inacabadas - Ai se há!
Que justiça é atribuída a quando tudo acaba mas ninguém justifica onde ficou o inicio?
E quando a tempestade acalma resta apanhar os restos que ficam, se é que fica algo para trás, porque diga-se honestamente o que se apanha quando tudo virou pó? 
Uma bela duma alergia diga-se de passagem, isso e um resfriado na cama! - e eu aqui a ser injusta a dizer que não se apanhava nada. 
No dia que a ironia acabar eu direi tudo o que mereces saber mesmo quando não o mereces, not today! 

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