quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Condescendente

Vejo e revejo todas as palavras mencionadas e olhares perdidos. 
Mais do que nunca vejo demasiado, oiço cada vez menos, procuro cada vez mais, encontro e sigo...
Quando encontrar o que procuro posso colar de volta? Ou é como a sombra do Peter Pan que anda perdida e a vaguear por onde bem deseja?Lamento dizer isto, mas és o meu único lembrete da coisa que mais quero esquecer...
Pergunto-me interiormente "-Valeu o esforço?".

Agonia-me a resposta "- Nunca!".
"- Daqui não levas nada, só tu própria!", wise words.

Eles fazem nos dizer e fazer coisas que não queremos, mas a recompensa é tão oca. 
Quando a tentativa de te afirmares é superior ao senso comum, existe uma tendência de contrariar o que foi anteriormente ensinado e quando te encontras... 
- Ai quando te encontras!
Perdida no meio do nada, procuro o tudo, mas... E se o tudo for nada e o nada for tudo? 
"Shame on you!"



sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Silenciando o nada

Entre a loucura e a realidade pouco há para questionar, ou tudo?!
Porque quando te encontras numa realidade distorcida, não sabes exactamente em que parte começas te a sonhar.
Em momentos como este, nem a famosa "trade mark" te alivia.
Perdidos em caminhos alternativos, onde tudo o que é feito é perseguir uma falsa e pequena esperança, que no final do túnel aquela merda não seja um comboio.
Chegando à meta tudo o que aspiras é o desconhecido, porque sim esse faz-te continuar. Thank god is over, or not!

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Nem tanto amarelo, nem tudo negro

Tento alcançar o motivo inicial da discussão mas após Ás, Bês e Cês já me perdi.
Permuto entre o que quero ser e o que devo ser para satisfazer fatídicas esperanças num objetivo que já fora alcançado, mas que se mantém recessivo toda a vez que vier a ser acusado de negligência.
Pois entre o sonho e a realidade há algo por saber, algo por conhecer, algo a temer?! 

Mas breves foram os pensamentos do idiota, que jamais usaria tamanha capacidade cinzenta para colocar o pés nos sapatos do próximo.
Diga-se de passagem meus amigos, seria incapaz de deixar de pensar naquele apêndice posicionado naquela pequena partícula. 

Sabem o momento toda a velocidade do corpo é igual? No centro de massa de qualquer ser humano, se é que me entendem!
Aparentemente no corpo humano, esse cabrão deveria ser mais bem posicionado no que toca a estes assuntos, mas quiçá um dia se escolheu ali. 

Não suporto palavras hipotéticas ou coisas mal acabadas, mas há coisas que mereciam ficar inacabadas - Ai se há!
Que justiça é atribuída a quando tudo acaba mas ninguém justifica onde ficou o inicio?
E quando a tempestade acalma resta apanhar os restos que ficam, se é que fica algo para trás, porque diga-se honestamente o que se apanha quando tudo virou pó? 
Uma bela duma alergia diga-se de passagem, isso e um resfriado na cama! - e eu aqui a ser injusta a dizer que não se apanhava nada. 
No dia que a ironia acabar eu direi tudo o que mereces saber mesmo quando não o mereces, not today!